Chapas devem inscrever-se entre 22 de fevereiro e 11 de março

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O Conselho Deliberativo da Funcef, em reunião realizada no dia 28 de janeiro, em Brasília, definiu o cronograma da eleição para renovação de um terço da composição do Conselho Deliberativo e metade do Conselho Fiscal.
A Comissão Eleitoral tomará posse no dia 15 de fevereiro e terá um indicado da Caixa, um da Funcef e três indicados pelos conselheiros. As chapas deverão contar com apoio de 0,5% do número de participantes e inscrever-se no período de 22 de fevereiro a 11 de março. E as eleições ocorrerão nos dias 16, 17 e 18 de maio.
“A escolha de representantes no Conselho Deliberativo da Funcef é uma excelente oportunidade para definir quem irá defender nossos direitos e interesses no fundo de pensão. Por isso, nossa participação é imprescindível”, lembra a diretora da APCEF/SP Ivanilde de Miranda.

Plebiscito sobre o equacionamento do déficit
O conselheiro deliberativo eleito Antônio Fermino cobrou, mais uma vez, a realização de um plebiscito com os participantes sobre a adesão ou não às novas regras de equacionamento. “A Funcef precisa dar uma posição, pois o clima de apreensão aumenta a cada dia. Isso vai impactar a vida de mais de 64 mil participantes e é preciso promover um debate transparente”, afirma.
A Fundação alega que não há “tempo hábil” para o plebiscito. Mas vale lembrar que a solicitação foi feita pela Fenae e pela Contraf-CUT em 22 de dezembro do ano passado.
Está marcada para o próximo dia 3 uma reunião para discutir especificamente o equacionamento do déficit do REG/Replan.

Contencioso jurídico
Fermino também cobrou o voto do órgão sobre o contencioso jurídico. Os representantes da Funcef disseram que o tema deve ser abordado na próxima reunião do Conselho Deliberativo.

Rejeição dos atos do diretor
A Diretoria Executiva da Funcef deu conhecimento ao Conselho Deliberativo que rejeitou, com respaldo da Auditoria Interna, os atos de gestão do diretor eleito de Administração da Fundação, Antônio Augusto de Miranda. Os membros do CD pediram vistas do processo que culminou na rejeição para se posicionar sobre a questão na próxima reunião deliberativa, marcada para 24 de fevereiro.
“Antônio Augusto de Miranda foi eleito em 2014 com o discurso de má gestão por parte dos ex-diretores. Prometeu transparência em seus atos e agora tem sua gestão questionada pela auditoria interna e pela diretoria da Fundação”, explica a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE-Caixa), Fabiana Matheus. “É, no mínimo, estranho este comportamento”, finaliza.

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