• Membros eleitos (gestão 2017-2020)
Titulares Suplentes
Ivan Furtado James Tadeu Batalha de Góes
Jair Marcieri Pimpinato Daniel Cortinhas
Sérgio Hideo Kaneko Leandro Tadashi Abe
Antônia Pinheiro Sérgio Rodrigues
Sérgio Soares da Costa Benedito Pereira de Matos
Laércio Rosa da Silva Vicente Paula Ferreira Filho
Marcelo Lopes de Lima Sonia Maria Siqueira da Silva Oliveira
Gilberto Macedo Carlos Eduardo Bighetti de Oliveira
Tiago Oliveira do Livramento Carlos Alberto da Fonseca
Normando Kleber Xavier Alves André Luis Prates de Menezes
Ana Beatriz Lucato Cianflone Daltro Marques Júnior
Luiza Hansen Arruda dos Santos Dinilza Nascimento Correia
Moacir Vendrame Bassan Evanildo Pereira de Souza
Edson Aparecido de Carvalho Júnior Maricy Yolanda Callegari Defavari
Ana Cristina Rodrigues Quintaus Thiago de Oliveira Mendonça
Wilson Aparecido Ribeiro Gabriel Moreno Lima
Vinícius de Oliveira Maria Aparecida Brandão Queiroz
Diogo Portugal Pudles Kleber Hamada Sato
Laércio da Silva Pereira Haydée Alves Martignoni
Odineide Gaspar da Silva Margareth Aparecida Marçal Ferreira
José Roberto Batista Ferreira Ellen Ruiz
Francisco Firmino dos Santos José Aparecido Fernandes
Valtair Aparecido Rosaboni Maria Cristina Rodrigues Bojar
Silas Henrique da Silva Leandro de Oliveira Novaes
Marcus Vinícius Ramalho Ricardo Bernardes de Oliveira

 

 • Atas (gestão 2017-2020)

Ata de reunião do Conselho Deliberativo realizada em 23 de fevereiro de 2018.
Ata da reunião do Conselho Deliberativo realizada em 20 de outubro de 2017.
Ata da reunião do Conselho Deliberativo realizada em 5 de agosto de 2017.
Ata de reunião do Conselho Deliberativo realizada em 23 de junho de 2017.
Ata de reunião do Conselho Deliberativo realizada em 19 de maio de 2017.

 

 • Moções (gestão 2017-2020)

Moção de apoio à greve dos trabalhadores da Mercedes Benz aprovada em 18 de maio – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP em reunião realizada no dia 18.05.2018, declaramos todo nosso apoio aos trabalhadores em greve na empresa Mercedes Benz sediada na cidade de São Bernardo do Campo. Os metalúrgicos estão há uma semana enfrentando a patronal e atacando de frente as mudanças na legislação trabalhista. Todo nosso apoio à greve na Mercedes! Vamos derrotar a reforma trabalhista! União da classe trabalhadora para derrotar os patrões!

Moção de repúdio à direção da Caixa Econômica Federal aprovada em 18 de maio – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP em reunião realizada no dia 18.05.2018, repudiamos o encontro de gestores intitulado “Seleção Caixa” ocorrido no estádio nacional Mané Garrincha em Brasília dia 16.05.2018. Além de ser um evento financiado com dinheiro público, um desperdício total, está em jogo o enfraquecimento da Caixa, o desmonte da empresa, primeiro passo para o caminho da privatização. Mais uma tentativa de cooptar os gestores para aderir às metas e aos objetivos da empresa, como por exemplo cortar R$ 2,5 bilhões até 2019, aliado ao fechamento de unidades, ao corte de funções gratificadas e à eliminação da “massa velha” de empregados.

Moção de apoio aprovada em 18 de maio – Edifício Wilton P. de Almeida – Na madrugada de 1 de maio de 2018, o edifício Wilton Paes de Almeida desabou após ser tomado pelo fogo. O governo e a imprensa, como sempre, utilizaram-se da oportunidade para criminalizar os sem-tetos que em uma inversão de papéis, de vítimas foram feitos criminosos. O prefeito Dória teve a arrogância de anunciar que o prédio foi invadido por uma facção criminosa. No entanto, é de conhecimento público que numerosos prédios desocupados na cidade de São Paulo só servem à especulação imobiliária. Repudiamos o tratamento dado por parte do governo aos mais desfavorecidos, frente às suas necessidades básicas. São pessoas simples que apenas querem um teto para morar. Falta coragem e boa vontade do poder público para amparar os mais carentes.

Moção de apoio ao povo palestino aprovada em 18 de maio – No dia 15 de maio completou-se 70 anos da “NAKBA”, a catástrofe que representou a criação do Estado de Israel em terras palestinas, por meio de uma limpeza étnica planejada. Oitocentos mil árabes não judeus foram expulsos violentamente de suas terras e cerca de quinhentas aldeias foram destruídas. Hoje Israel já ocupa 80% do território outrora ocupado pelos palestinos, intensificando cada vez mais a violação e a expulsão de um povo extremamente castigado. Os israelenses cuja vantagem bélica e econômica é evidente, praticam o genocídio, fazem muros, privam os palestinos de alimentos, água e remédios. O reacionário Trump que apoia incondicionalmente Israel, transferiu a embaixada americana que funcionava em Tel Aviv para a cidade de Jerusalém. Os palestinos em protesto saíram às ruas, foram duramente reprimidos pelos soldados israelenses, alguns barbaramente assassinados. Trump lavou as mãos perante o massacre dos palestinos e na última reunião do Conselho de Segurança da ONU, os EUA foi o único país a não condenar as ações de Israel. Diante dessa conjuntura, este Conselho Deliberativo da APCEF/SP apoia a causa palestina e repudia as ações de Israel e a política islamofóbica de Trump.

Moção de louvor aprovada em 27 de abril – Nós, membros do Conselho Deliberativo da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo, em reunião realizada no dia 27 de abril de 2018, encaminhamos votos de louvor aos integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e da Frente Povo Sem Medo que ocuparam pacificamente na manhã de segunda-feira (16.04.2018) o apartamento triplex no Guarujá para denunciar a farsa judicial e contestar a condenação do ex-presidente Lula, divulgando imagens do imóvel que não apresentava nenhuma reforma, inexistindo o elevador interno bem como mobília e utensílios de luxo. A condenação de Lula, sem provas consistentes, em processo viciado conduzido com presunção de culpa foi uma condenação política e não jurídica, baseada em denúncia de testemunha que chegou a mudar o depoimento para se beneficiar de delação premiada. Que se faça justiça ao Presidente Lula, símbolo da esperança para milhões de brasileiros.

Moção de repúdio à intervenção federal militar na área de segurança pública do Rio de Janeiro aprovada em 23 de fevereiro – O governo Temer decidiu no dia 10 de fevereiro de 2018 decretar intervenção federal militar na área de segurança do Estado do Rio de Janeiro. A alegação é o aumento da violência no estado, notadamente no período do carnaval. Na verdade, a repressão contra a população pobre e negra irá aumentar, pois a lógica de guerra aplicada à segurança pública tem os olhos voltados para a periferia, que já apresenta índices de assassinatos praticados pela polícia que se comparam a uma verdadeira guerra civil. A guerra às drogas, como parte da política de combate à violência, não será solucionada. Terminada a ocupação e mantidas todas as outras condições de crise social do estado, o que surgirá é outro cartel rival que se beneficiará das mazelas que a degradação das condições de vida estabelece. Usar o exército para ocupar favelas é inaceitável. A própria crise da Polícia Militar do Rio de Janeiro tem demonstrado que o convívio de policiais com o narcotráfico tem tido um efeito corruptor. Dessa forma, tal prática ilícita, movimentando bilhões de reais, se ramifica por outros setores que se incumbem da lavagem do dinheiro que, legalizado, é transferido aos bancos, servindo ainda para corromper políticos e setores dos governos, do judiciário e dos próprios órgãos de segurança.

Moção de repúdio ao novo modelo de custeio do Saúde Caixa aprovada em 24 de novembro – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 24.11.2017, repudiamos a intenção da direção da Caixa em impor teto de custos no plano de saúde. Não vamos permitir mais esse ataque. A empresa quer limitar os gastos com a saúde de seus empregados. A Caixa apresentou proposta para estabelecimento de um teto de 6,5% da folha de pagamento o que acarretaria elevação do desconto mensal de participação dos empregados, aumento do teto de custos anual (hoje limitado a R$ 2.400) e da coparticipação na assistência médica. Hoje, a administração do plano é custeada integralmente pela patrocinadora e, qualquer medida que imponha limites e que repasse os custos aos empregados implicaria em ataque às conquistas, ao achatamento salarial à curto prazo. Além de superavitário, o plano de saúde é uma conquista que dá segurança e proteção ao corpo funcional e suas famílias. Dessa forma, este Conselho Deliberativo condena qualquer alteração que implique em perda de direitos.

Moção de repúdio à revogação de prisão feita pela Assembleia Legislativa do Rio aprovada em 24 de novembro – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 24.11.2017, repudiamos a deliberação da ALERJ que revogou a prisão e o afastamento de suas funções de 3 deputados do PMDB. Os deputados Jorge Picciani (presidente), Paulo Melo e Edson Albertassi tiveram sua prisão decretada pelo TRT 2ª Região, bem como o afastamento de suas funções parlamentares e foram presos no âmbito da Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no último dia 16 de novembro, pelos crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Esse esquema vem sendo montado desde a eleição do Governador Sérgio Cabral, eleito pela aliança PMDB/PT e demonstra que a corrupção e o desvio de verbas públicas são marcas da deterioração do sistema político que tem como consequência o sucateamento dos serviços prestados à sociedade bem como o atraso no pagamento de salários aos servidores públicos do Rio de Janeiro.

Moção de repúdio ao Plano de Demissão Voluntária na Central Única dos Trabalhadores aprovada em 24 de novembro – Foi anunciada, na última semana, um PDV da CUT com a alegação da necessidade de adequação orçamentária da entidade às novas regras da reforma trabalhista. Em declaração pública, a Central afirma que, com o fim do imposto sindical, seu orçamento será brutalmente afetado. Alerta ainda que, se o número de demissões voluntárias não atingir o patamar proposto, serão realizados desligamentos suplementares pela direção. Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, repudiamos tal medida. Não aceitamos que os trabalhadores paguem, com a perda de seus direitos, o preço imposto pelo governo e pelos patrões.

Moção de repúdio contra a proposta de retirada do título de patrono da educação brasileira conferida ao educador Paulo Freire – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 20.10.2017, repudiamos a proposta legislativa apresentada no Senado por uma estudante apoiadora da Escola Sem Partido com a finalidade de revogar a Lei nº 12.612 de 03.04.2012 que concedeu o título de Patrono da Educação Brasileira ao educador Paulo Freire. Após alcançar 21.112 apoios essa Ideia Legislativa foi transformada em Sugestão Nº 47 de 2017 que está em consulta pública e em tramitação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Paulo Freire, filósofo generoso e coerente, é o pensador brasileiro mais reconhecido no mundo, sendo considerado um dos maiores educadores da História. Entre inúmeras honrarias, foi laureado com 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades distribuídas por todo o mundo, sendo professor emérito de 5 universidades, incluindo a Universidade de São Paulo. Também foi agraciado com diversos títulos da comunidade internacional, como o prêmio da Unesco de Educação para a Paz, concedido em 1986. Criador de uma pedagogia viva, sua produção teórica e leitura de mundo alimentaram sua prática cidadã e política e por elas foram alimentadas. Concebeu a educação como apropriação da cultura e teorizou uma prática pedagógica alicerçada na conscientização dos cidadãos e das cidadãs por meio do diálogo entre o educador e o educando. Dedicada à emancipação plena de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, a teoria freireana busca a construção de um mundo mais humanizado, afirmando que é preciso que todas e todos aprendam a ler o universo e as palavras, ampliando os repertórios, desenvolvendo o senso crítico, a autonomia intelectual e a solidariedade. A direita raivosa da Escola Sem Partido faz campanha para a retirada da justa e merecida homenagem concedida pelo povo brasileiro a um de seus mais ilustres filhos. Esse atentado contra sua memória e legado deve ser duramente combatido pela sociedade. Tamanho retrocesso não deve ser tolerado.

Moção de repúdio ao “Farinata” – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 20.10.2017, repudiamos a pretensa utilização, dentro do programa municipal “Alimentação para Todos” do composto denominado “farinata” que consiste na transformação de alimentos, frutas, vegetais quando muito próximos do vencimento ou que estejam fora do padrão de comercialização em produto similar a farinha destinada a consumo humano. O prefeito João Doria que anunciou a distribuição do composto nas escolas municipais recuou da proposta embora continue com o firme propósito de implementá-la junto à população em situação de rua. Devido à falta de transparência, o programa se tornou alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo e solicitação de explicações pela Câmara Municipal.

Moção de repúdio à portaria do Ministério do Trabalho – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 20.10.2017, declaramos voto de repúdio à Portaria do Ministério do Trabalho que modifica as regras de combate e fiscalização do trabalho escravo. A Portaria alterou os conceitos a serem usados pelos fiscais para identificar casos de trabalho em condições análogas à escravidão, e passou a exigir dos fiscais a apresentação de boletim de ocorrência junto de seu relatório. O texto tem sido alvo de críticas tanto de entidades defensoras dos direitos dos trabalhadores bem como da Procuradoria Geral da República. O Supremo Tribunal Federal, em caráter de liminar, suspendeu os efeitos da Portaria do Ministério do Trabalho até o julgamento do mérito pela Suprema Corte.

Moção de repúdio à absolvição do senador Aécio Neves – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 20.10.2017, repudiamos a maneira com que foi conduzido o processo para que o Senador Aécio Neves preservasse o seu mandato, após ter sido denunciado por crime de corrupção passiva e obstrução da Justiça. A Procuradoria Geral da República pediu sua prisão e seu afastamento do mandato. A 1º Turma do Supremo rejeitou o pedido de prisão, mas determinou o afastamento do mandato bem como o recolhimento noturno, a proibição de se manter contato com outros investigados e a entrega de seu passaporte. Em causa própria, o Senado Federal indo contra a decisão do STF derrubou as medidas cautelares imposta pelo Supremo, devolvendo os poderes do mandato. Os acovardamentos do Supremo aliado ao casuísmo do Senado salvaram o Aécio.

Moção de repúdio contra a transformação da Caixa em S/A – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 20.10.2017, repudiamos veementemente o propósito do Governo Temer em alterar o Estatuto da Caixa e sua transformação em S/A que tem por objetivo final o processo de abertura de capital do banco. Com a abertura de capital, vários dos mais importantes programas sociais tendem a diminuir ou mesmo desaparecer já que o único interesse dos acionistas é o lucro. Com o enfraquecimento da Caixa, patrocinado pelo governo golpista que conta com a imprensa aliada, a opinião pública se volta contra o banco, abrindo as portas para a privatização. O Projeto de Lei 555 que trata do Estatuto das Estatais não prevê a abertura de capital na Caixa e também uma mudança dessa natureza teria que passar necessariamente pelo Congresso. Cabe a nós organizarmos ações em defesa da Caixa como audiências públicas, através de informes, por meio de cartilhas, participando de protestos, buscando também atrair para a nossa luta a sociedade civil, beneficiária de inúmeros programas sociais.

Moção aprovada em 5 de agosto de 2017 – Nós, conselheiros da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal, em reunião realizada no dia 05.08.2017, repudiamos veementemente a votação ocorrida na Câmara no último dia 2 de agosto, em que os deputados rejeitaram a denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o Presidente Michel Temer. A forma como se deu a votação no Congresso, bem como seu desfecho, deixa claro as intenções dos grupos políticos apoiadores do golpe, que vai na contramão dos interesses dos trabalhadores e da nação brasileira. O resultado dessa votação, que engaveta a denúncia apresentada pela Procuradoria contra um governante comprometido com a elite econômica e política brasileira desprovida de pudor, que fere a democracia e compromete a política de bem-estar social seguramente será a continuidade da corrupção comandada pelo bloco golpista amparado por um Poder Judiciário leniente. Dessa forma, repudiamos enfaticamente o uso da máquina pública que, aliada ao corrompido interesse de nossos representantes, contribuiu para a permanência de um Presidente ilegítimo e para a fragilização de nossas instituições. Dessa forma, unissonantemente: FORA TEMER!

Moção aprovada em 23 de junho de 2017 – As Centrais Sindicais deliberaram pela realização de nova Greve Geral no dia 30 de junho de 2017, contra as reformas da Previdência e Trabalhista. O Conselho Deliberativo da APCEF/SP entende que seria um erro desmarcar a Greve Geral. É preciso continuar a luta contra Temer, contra o Congresso Nacional e suas reformas e em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria. Por isso, deliberamos pela manutenção da Greve Geral.

Moção aprovada em 19 de maio de 2017 – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEFSP, em reunião realizada em 19 de maio de 2017, diante dos fatos distorcidos apresentados através dos meios de comunicação a serviço da elite dominante e golpista, muitas vezes se transformando em linchamento midiático, repudiamos veementemente tais atitudes e exigimos a convocação de eleições diretas em todos os níveis, visto a composição dos poderes executivo e legislativo não nos representar.

Moção aprovada em 19 de maio de 2017 – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP reunidos em 19 de maio de 2017, solicitamos seja encaminhada à Diretoria da Associação manifesto no sentido de a entidade participar mais ativamente, fortalecendo  os movimentos em defesa dos direitos dos trabalhadores, contra a reforma trabalhista e da previdência social; também reforçando a luta em defesa da Caixa, contra as RHs 184 e 008, contra o reajuste do Saúde Caixa e da Funcef, contra o fechamento de unidades, contra a privatização das loterias e do FGTS. Vamos construir a greve geral de 48 horas. A defesa de nossos direitos e de nossa empresa só poderá ser conquistada com o fim do governo Temer e da gestão Occhi. Em agosto de 2017, houve eleição complementar para Delegado Sindical na CEHAG. O gerente da unidade à época quis impedir a eleição porque estava sendo promovida reestruturação na área. Alguns empregados foram relacionados para serem transferidos, dentre eles o empregado Washington, candidato à Delegado Sindical. Quando o Sindicato e a APCEF foram realizar as eleições na unidade, o gerente aos gritos, impediu sua concretização, interrompendo o processo e expulsando os funcionários das entidades. Na semana seguinte, após interferência da diretoria do Sindicato, houve a eleição, finalizando o processo. Então, inconformado com o fato de o empregado Washington ter sido eleito, o gestor ordenou que uma empregada passasse um abaixo-assinado solicitando a anulação da eleição e acompanhou pessoalmente as assinaturas, questionando os empregados que não pretendiam assinar. O DEPES destituiu o delegado sindical, formalizando a transferência do empregado, alegando ter acatado o “abaixo-assinado”. O movimento sindical repudia essa prática antissindical exigindo o retorno imediato do empregado para a CEHAG.

Moção aprovada em 19 de maio de 2017 – Nós, membros do Conselho Deliberativo da APCEF/SP, em reunião realizada em 19 de maio de 2017, nos manifestamos contrário a toda e qualquer perseguição política impetrada pela Caixa contra seus trabalhadores. Dessa forma, somos contra a transferência arbitrária do trabalhador Marcos Paulo Cavalcanti de Sousa, cipeiro eleito pelos trabalhadores da CEHOP, localizada no prédio do Brás em São Paulo. Repudiamos veementemente essa atitude da Caixa e dos seus gestores e exigimos que o banco respeite todos os trabalhadores e seus representantes eleitos, cumpra o acordo coletivo de trabalho e reintegre o empregado Marcos Paulo ao seu local de trabalho, onde foi legalmente eleito.

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