A Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (APCEF/SP) é entidade de classe comprometida com a representação dos direitos e interesses dos empregados da Caixa.

Comprometimento que se reflete na luta constante por melhores salários e condições de trabalho, na promoção de saúde e bem-estar aos seus associados. Oferece atendimento jurídico sempre atuante na defesa dos direitos dos empregados da Caixa.

Com essas prerrogativas a APCEF/SP disponibiliza infra-estrutura, que se aprimora continuamente, para a promoção de lazer, esporte e cultura. Colônias confortáveis e instalações modernas em nas cidades turísticas de Ubatuba, Campos do Jordão, Suarão, Avaré e Salto Grande. Clube na capital e em Bauru, com churrasqueiras, piscinas, campo de futebol, ginásio e muito mais. Inúmeras vantagens oferecidas por meio de convênios firmados em todo o estado.

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A sua reivindicação é o nosso compromisso, é a nossa luta!

• Breve histórico

Rumo aos 110 anos de história marcam a trajetória de luta da APCEF/SP. A entidade surgiu com o nome Sociedade Beneficente dos Funcionários da Caixa Econômica de São Paulo, em 1907, primeira entidade do gênero entre os bancários de São Paulo. O foco principal era o auxílio nas despesas com assistência médica, farmácia e funerais.

Em 11 de dezembro de 1948, nasceu o Grêmio Caixa Econômica Federal, denominação posteriormente alterada para Associação dos Servidores da CEF/SP (ASCEF). A criação do Grêmio foi iniciativa dos colegas que não concordavam com os estatutos da Sociedade Beneficente; sempre atrelados à direção da Caixa Econômica Federal de São Paulo, seus dirigentes eram – em geral – chefes de departamento, gerentes ou empregados com muito tempo de serviço. Nesse contexto, logo surgiram as primeiras divergências.

Num dos enfrentamentos, a ASCEF coordenou a luta por abono salarial em 1956. O ponto alto do movimento foi a concentração de empregados (a primeira da história da CEF) no quarto andar do prédio da Caixa, na Praça da Sé, capital.

Após o golpe de 1964, os militares, com a política de centralizar para melhor fiscalizar, fundiram a Sociedade Beneficente, a ASCEF e outras duas associações de conferentes e auxiliares da Caixa em uma só entidade. Assim nasceu, em 1971, a Associação Beneficente dos Economiários Federais (ABEF/SP).

Os concursos públicos da CEF na década de 80 oxigenaram os quadros da empresa. Muitos jovens trouxeram para a “família economiária” as ebulições políticas da época: anistia, fim da ditadura militar, luta pelas diretas, liberdade. Os trabalhadores não tinham direito à sindicalização, aliás, nem eram considerados bancários. Debates internos acirraram-se e, em 1985, foi organizado o I Congresso Nacional dos Empregados da CEF (CONECEF).

Nesse mesmo ano, aconteceu a greve de 30 de outubro. A Caixa parou. Os direitos à sindicalização e à jornada de seis horas foram conquistados. Esta luta criou novas lideranças e não tardou para que a maioria das direções das ABEFs em todo o Brasil passasse, uma a uma, num efeito dominó, a ser dirigidas por pessoas comprometidas com os empregados.

Em abril de 1986, a Chapa Nossa Luta conquistou a direção da ABEF. Desde então, a Nossa Luta, com diferentes administrações, coordena a Associação.

Em 1988, a entidade passou a chamar Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal do Estado de São Paulo (APCEF/SP) e, entre muitos desafios, logo de cara, assumiu a luta pela readmissão de 110 empregados (de São Paulo e Minas Gerais) que foram demitidos por participarem da greve de 1991. A resposta pela luta e a readmissão dos empregados aconteceu em outubro de 1992.

Preocupações com os empregados passaram a fazer parte da rotina nas ações da APCEF/SP. Temas como saúde ocupacional, campanhas pela contratação de mais empregados por meio de concursos e o respeito à jornada de trabalho estavam na pauta diária dos representantes dos empregados.

Os oito anos do governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso foram marcados pelo risco da privatização, precarização do trabalho, arrocho salarial, desmonte do banco, desrespeito e descaso com clientes e empregados, agências reformadas a fim de priorizar o auto-atendimento, a criação do RH 008 para demissão imotivada e os planos de incentivo à demissão “voluntária”, destruição do plano de cargos e salários. A APCEF/SP fez denúncias, cobrou melhores condições de trabalho e investimentos em segurança e organizou a resistência junto com os empregados!

Nos anos 2000, o embate com a Caixa por melhores condições de trabalho, por mais empregados e outras pautas esteve na ordem do dia da direção da APCEF/SP, que historicamente cumpre o papel de promover a defesa e a manutenção dos direitos dos empregados da Caixa.

A APCEF/SP também contribui para a formação da cidadania, desenvolvendo projetos sociais em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, que é dos empregados da Caixa. Promove atividades esportivas, sociais, culturais e de lazer, buscando qualidade de vida e bem-estar. Incentiva o turismo nas Colônias de Férias e muitas outras atividades que envolvem todos os empregados da Caixa do Estado de São Paulo.

 

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