Os empregados da área de Tecnologia da Informação da Caixa têm até esta terça-feira (10) para responder à consulta nacional lançada pela Fenae sobre a mudança unilateral do modelo de trabalho da área
Os empregados da área de Tecnologia da Informação (TI) da Caixa têm até esta terça-feira (10) para responder à consulta nacional lançada pela Fenae e apoiada pela apcefsp sobre o retorno ao trabalho presencial . O objetivo é reunir informações sobre os impactos das mudanças implementadas pelo banco e levar para cobrança à Caixa
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O debate sobre o tema ganhou força após a plenária promovida pela Apcef/SP, em 13 de maio, quando empregados relataram preocupações relacionadas às alterações no modelo de trabalho. As demandas levantadas foram apresentadas à Caixa em reunião realizada na mesma semana, com a participação da diretora-presidenta da Apcef/SP, Vivian Sá.
“Tenho certeza de que um modelo pautado no diálogo pode trazer benefícios tanto para a Caixa quanto para os empregados. Mas, para isso, é fundamental que *a consulta tenha ampla participação. Quanto mais gente, mais peso teremos para as negociações”, destacou a diretora-presidenta.
Além de acompanhar o tema junto à empresa, a Apcef/SP tem intensificado as visitas aos locais de trabalho, conversando diretamente com os empregados da área para ouvir demandas e esclarecer dúvidas sobre as mudanças no regime de trabalho, como no prédio do Brás, no dia de hoje
O secretário de Tecnologia da Apcef/SP, Mário Marques, reforçou a importância da mobilização. “Assim como em outras carreiras específicas da Caixa, a organização dos trabalhadores e a atuação das entidades representativas são fundamentais para a defesa de direitos e de melhores condições de trabalho”, afirmou.
A Apcef/SP tem visitado unidades e conversado com os colegas da área de Tecnologia para reforçar a importância da participação na pesquisa de TI. A iniciativa faz parte da mobilização dos empregados da Caixa para a Campanha Nacional deste ano, na qual constam pautas fundamentais da área, como condições de trabalho, dimensionamento das equipes, saúde, valorização profissional e os desafios enfrentados no dia a dia da Tecnologia.
Quanto maior a participação, mais representativo será o diagnóstico e mais força terão as reivindicações construídas pelos trabalhadores. A entidade também destaca que as informações pessoais solicitadas no questionário têm como objetivo evitar respostas duplicadas e garantir a confiabilidade dos resultados. Os dados serão mantidos em sigilo e não serão compartilhados com a Caixa.