Na manhã desta terça-feira (13/3), a Apcef/SP foi informada de que algumas agências, que antes não estavam habilitadas, passaram a ser incluídas no recebimento do Super Caixa – uma resposta parcial às reivindicações apresentadas pela Fenae, Contraf-CUT, Apcefs e sindicatos.
Após questionamentos sobre o regulamento aplicado no primeiro semestre de 2025, e diante da negativa inicial da Caixa em promover alterações, foi aberta a Rede Responde para que as unidades pudessem se manifestar sobre os termos de adesão e registrar inconsistências na apuração.
Como resultado desse processo, a Caixa iniciou a análise dos chamados abertos. A conquista ocorreu após diversas reuniões em que as entidades apontaram distorções relevantes no programa e cobraram a correção, ao menos parcial, das injustiças identificadas.
Reunião em 9 de abril reforçou cobrança por mudanças
No dia 9 de abril, a Fenae se reuniu com a vice-presidente interina de Pessoas da Caixa, Adriane Velloso Ferreira, para tratar do Super Caixa. O encontro foi solicitado pela Federação, após diversas reclamações de empregados de todo o país.
Na ocasião, foi cobrada agilidade na solução das pendências relacionadas a 2025, além da revisão do regulamento do programa para o primeiro semestre de 2026.
“O programa é injusto, na medida em que impõe critérios mais restritivos para habilitação das unidades, tanto no recebimento das comissões quanto no Bônus Caixa. A habilitação de novas agências é uma notícia positiva, mas ainda é necessário que a Caixa reveja o regulamento. Enquanto isso não ocorrer, as unidades seguem submetidas a critérios sobre os quais não têm governabilidade”, afirmou diretora de Relações Sociais, Sindicais e Trabalhistas da Apcef/SP, Vivian Sá.
As entidades reforçam que a atuação continuará, com o objetivo de corrigir distorções e garantir critérios mais justos no programa.