Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde reforça a importância de políticas que garantam qualidade de vida e acesso à saúde. Para os empregados da Caixa, o tema é ainda mais urgente diante do aumento dos casos de adoecimento, especialmente relacionados à saúde mental, uma das principais causas de afastamento pelo INSS entre a categoria.
O cenário reflete a pressão no ambiente de trabalho, sobrecarga e insegurança quanto a direitos e condições de atendimento, evidenciando a necessidade de ampliar o cuidado integral com os trabalhadores, considerando não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional.
Nesse contexto, a defesa do Saúde Caixa é fundamental. O plano é uma conquista histórica dos trabalhadores e precisa ser fortalecido para garantir atendimento de qualidade, acesso à rede credenciada e sustentabilidade no longo prazo.
Entre as principais pautas defendidas pelas entidades representativas estão:
– Retirada do teto de 6,5% da folha destinado ao financiamento do Saúde Caixa
– Fortalecimento e acompanhamento dos novos Comitês de Credenciamento, ampliando transparência e qualidade da rede
– Retorno das estruturas regionais de atendimento e dos Comitês de Credenciamento, aproximando o plano das realidades locais
– Modelo de custeio baseado na solidariedade e no pacto geracional, preservando o equilíbrio entre gerações
– Extensão do direito de permanência no plano para empregados admitidos após setembro de 2018, garantindo proteção também aos novos trabalhadores
Para a diretora da Apcef/SP, Vivian Carla de Sá, cuidar da saúde dos trabalhadores é uma prioridade permanente: “Defender o Saúde Caixa é defender a dignidade dos empregados e aposentados. Precisamos garantir um modelo sustentável, solidário e acessível. Cuidar de quem cuida da população é fundamental para termos um ambiente de trabalho mais humano e saudável.”